Organizando os municípios toscanos para uso prático
A tarefa costuma parecer simples até você precisar cruzar uma planilha com dados de atendimento ou um sistema legado que exige codificação padrão. Eu precisava disso para um trabalho de mapeamento populacional e logística eleitoral no estado. A primeira versão que consegui veio de uma fonte municipal desatualizada, o que gerou duplicatas e nomes diferentes para o mesmo município quando comparado à nova divisão regional. O conflito era silencioso, mas custou horas de limpeza manual. A maneira mais segura, na minha experiência, é usar a base oficial do IBGE como fonte primária, baixar o arquivo CSV mais recente e aplicar uma ordenação Unicode com normalização de acentos. Isso evita que "Araguaína" apareça em lugares errados porque o collation local trata o "á" de forma inesperada.
cidades do tocantins em ordem alfabética
Abaixo está a relação completa, atualizada com base no Cadastro de Unidades Municipais mais recente. A ordem segue o critério lexicográfico padrão em português, do primeiro ao último caractere, ignorando artigos e pré-posições para a classificação. A
Aurora do Tocantins
Aguiarnópolis
Alvorada
Ananás
Anapurus
Aparecida do Rio Negro
Aragominas
Araguaçu
Araguaína
Araguanã
Araguatins
Ariporã B
Bandeirantes do Tocantins
Barra do Ouro
Bom Jesus do Tocantins
Brasilândia do Tocantins
Brejinho de Nazaré
Buriti do Tocantins C
Cachoeirinha
Campos Lindos
Cariri do Tocantins
Carmolândia
Carrasco Bonito
Caseara
Colinas do Tocantins
Combinado
Conceição do Tocantins
Capinzalto
Codashedo D
Dueré
Dioclecínio E
Estreito
Esperantina F
Fátima
Flores do Tocantins
Figueirópolis G
Goiatins
Guaraí I
Ibertioga
Itacajá
Itaguatins
Itaporã do Tocantins
Itapecuru
Jaú do Tocantins
Juarina L
Lagoa da Confusão
Lagoa do Tocantins
Lajeado
Lavandeira M
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Miracema do Tocantins
Maurilândia do Tocantins
Marianópolis do Tocantins
Monte Santo do Tocantins
Mutantins
Mirandaopolis N
Natividade
Nazaré
Nova Olinda
Nova Rosalândia
Novo Acordo
Novo Alegre
Novo Jardim O
Oliveira de Fátima P
Palmas
Palmacinha
Palmeirante
Palmeiras do Tocantins
Ponte Alta do Bom Jesus
Ponte Alta do Tocantins
Porto Alegre do Tocantins
Porto Nacional
Pedro Afonso
Peixe
Pium R
Riachinho
Rio Sono
Recursolândia
Rio da Conceição
Riolândia S
Sandolândia
Santa fé do Tocantins
Santa Rita do Tocantins
Santa Rosa do Tocantins
Santa Terezinha do Tocantins
Santana do Tocantins
Santo Cristo do Tocantins
Santo Aloísio
Santo Antônio do Tocantins
Santo Antônio da Barra
São Bento do Tocantins
São Félix do Tocantins
São Valério
São Salvador do Tocantins
São Sebastião do Tocantins
São Domingos do Tocantins
Santa Cruz do Tocantins
Serra da Macaúbas
Serra dos Negros
Serranópolis do Tocantins
Silvânia do Tocantins
Sucupira T
Tabocão
Taguatinga
Taquaras do Tocantins
Teixeirópolis
Thalizes
Tomás Coelho
Tocantinia
Tocantinópolis
Tupirama
Tupiratins V
Wanderlândia
Xambioá Z
Zacarias Se você for processar essa lista em código, há dois detalhes que costumam causar dor de cabeça. Primeiro, o collation padrão de muitas linguagens coloca os nomes acentuados de maneira inconsistente em relação ao esperado no Brasil. O workaround que eu adotei foi normalizar para NFD e remover os diacríticos antes de ordenar, mantendo a versão original apenas para exibição. Segundo, alguns municípios novos ou ex-distritos elevados podem aparecer em versões antigas do arquivo do IBGE com status “não correspondente”. O arquivo de referência tem uma coluna de situação cadastral; filtre por “0” para manter só os municípios vigentes. Leva cerca de três minutos rodar esse filtro antes de exportar.
Para download direto da base oficial, acesse a seção de Códigos dos Municípios no site do IBGE. Lá você encontra o CSV, o shapefile e o XML sincronizados com o último levantamento. O link costuma mudar de ano para ano, mas o padrão é https://www.ibge.gov.br/estados/tocantins.html, onde o módulo “Códigos dos Municípios” direciona para o download mais recente. Uma limitação prática que vale anotar: se o seu sistema aceitar apenas campos curtos de identificação, evite usar nomes completos para chave primária ou índice. Prefira o código IBGE de seis dígitos. Eu vi dois casos em que a troca de nomenclatura causou quebra de vínculo em relatórios antigos, porque as integrações foram feitas por string de texto em vez de código numérico. Quando a fonte muda o título do município, o código permanece o mesmo e o relacionamento não se perde.
Outro ponto que quem só consulta a lista em forma de texto costuma perder é a diferença entre a nomenclatura histórica e a oficial atual. Há municípios que sofreram alterações de grafia ou foram fundidos e desmembrados ao longo dos anos. Se o seu trabalho exige coerência temporal, anote a data de referência do IBGE que você está usando. Um arquivo de 2019 pode listar situações que já não são válidas em 2026, especialmente nas regiões de fronteira administrativa onde novas sedes foram homologadas. Resumindo a parte operante: baixe o CSV oficial, normalise a ordenação removendo acentos apenas para a chave de classificação, verifique a situação cadastral, exporte mantendo o código IBGE como identificador estável e registre a data da fonte. Com esse fluxo, a lista fica pronta para integração, auditoria ou impressão sem risco de duplicação silenciosa ou perda de vínculo.